Traffic é o combustível do sistema.
Traffic leva a promessa certa para frente das pessoas certas, no volume certo e a um custo viável. Não é sobre picos de sorte: é sobre aquisição previsível, distribuída em múltiplas fontes para não depender de uma só plataforma.
A pergunta-chave: as pessoas certas estão vendo a oferta, no volume necessário e a um custo que fecha a conta?
O que entregamos
- Estrutura e gestão de campanhas
- Criativos de conversão
- Segmentação
- Trackeamento (GTM/Pixel/API)
- Testes, escala e relatórios
As cinco fontes de tráfego
A escolha do canal segue a oferta e o momento do funil, nunca o modismo:
- Meta Ads (Facebook e Instagram): o cavalo de batalha do volume. Topo a fundo.
- Google Ads (Pesquisa, PMax e Shopping): captura a demanda que já existe. Fundo, intenção quente.
- TikTok Ads: descoberta e baixo CPM. Topo, para público jovem e produto de impulso.
- LinkedIn Ads: o lead certo no B2B. Topo a meio, decisores e alto ticket.
- YouTube Ads: autoridade em vídeo e aquecimento. Topo a meio.
Regra Stage: o canal serve à oferta, nunca o contrário. Comece por onde o público decide e expanda para redundância.
KPI
CPM, CTR, CPC, CPL, volume de leads e custo por canal.
Quando Traffic quebra
Quando tem audiência, mas não há confiança para converter, o gargalo já não é o T, é o A. E nunca se roda tráfego antes de Strategy e Authenticity estarem de pé. Entenda essa conexão na página do Método STAGE.
